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ARTE, DESIGN, FOTOGRAFIA E PUBLICIDADE.

Coleção Índios

Florianópolis - Santa Catarina, 2009

Pinturas em acrílico sobre tela que reportam um olhar sobre a civilização indígena (à venda).
“Minha inspiração veio por sentir no Índio um irmão mais velho, mais experiente e mais sábio. Acredito que seu papel foi, é, e sempre será fundamental na nossa história de vida. Por muito tempo foi sufocado. Seu passado é rico em sabedoria e conhecimento da Mãe Terra.
Hoje, com as dificuldades ambientais, sociais, econômicas, e existenciais, precisamos voltar o Olhar a este irmão que, como nós, também sofre e ama.
Precisamos ter a humildade de com ele apreender, trocar, ouvir, ver e sentir a natureza para que juntos possamos encontrar os possíveis caminhos.
Do Respeito,
Da Dignidade,
Da Saúde,
E da Paz.”

“A coragem no olhar de que somos parte da terra e ela é parte de nós.”

Pela Arq. e Artista Plástica Maria Lúcia Mendes Gobbi
_

O Olhar, o Olhar para o outro, o Olhar para si mesmo

Em sua pesquisa pictórica Maria Lúcia propõe um olhar para o índio, sua simplicidade, expressões, tradições… Poder-se-ia dizer que é a visão do homem branco ocidental sobre o indígena e nisso traríamos os aforismos e estereótipos consagrados nos discursos sobre exploração da terra, a devastação de um povo e sua cultura, o que, conhecendo a história do Brasil, de fato ocorreu. No entanto, não podemos limitar o processo artístico de Maria Lúcia simplesmente como o “olhar de fora”, ou retrato do outro, do passado, distinto da própria realidade. Antes disso, a pintura é um momento de si mesma, uma possibilidade de encontro com seu íntimo, de expressão de sentimentos, e o índio, enquanto fonte de estudo ou inspiração é uma busca das próprias raízes, do sangue que corre em suas veias, pois descende da miscigenação mameluca.
Suas telas dão vida ao ritual, a dança, ao passado que na lembrança se torna presente. Falam da força da cultura e da natureza em cores puras, “fauves”, no traço que marca e depois se dilui em sombras. Contemporaneamente mostra a maternidade, a criança cândida, a mestiça sedutora, o homem sofrido e o orgulhoso de sua história.
Retomando o argumento do olhar, normalmente diante de um quadro pensamos no que o artista pintou, no que quis dizer, na ação em cena, na expressão de uma personagem… e nisso somos a “visão de fora”. Participamos como fruidores da obra de arte. E aqui, quem está olhando? Eu olho, mas esse índio, como me olha? Eis a “visão de dentro”. A abertura para um diálogo e não um discurso fechado.

(Pelo Artista Plástico Claudio Toscan Junior)



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